Saiba como prevenir a Raiva Equina

A Raiva Equina é uma doença viral, infecciosa e que afeta o bom funcionamento do sistema nervoso central dos animais. Os médicos veterinários classificam a doença como grave, já que não tem cura e o animal pode ir a óbito em pouquíssimo tempo.

Podendo afetar mamíferos de diversas espécies inclusive os seres humanos, o transmissor intermediário da raiva são os morcegos, gambás e alguns outros animais silvestres e a transmissão acontece por meio de mordidas.

Sintomas

O principal problema causado pela raiva é quando o sistema nervoso começa a não funcionar direito e causa encefalomielite progressiva – doença neurológica rara, caracterizada por rigidez muscular, espasmos dolorosos, mioclonia e evidência de envolvimento de tronco cerebral e medula espinhal.

Quando o vírus chega na corrente sanguínea, ele atinge as células musculares e pode provocar uma doença silenciosa ou uma muito agressiva. Por isso, é importante observar o comportamento dos seus animais, pois eles podem apresentar algum descontrole por conta das alterações neurológicas. Conheça algumas destas alterações: Paralisia de parte dos membros; Agressividade, seguida de momentos de intensa apatia; Mudanças de atitude; Pressão da cabeça contra objetos; Ranger de dentes; e Movimentos involuntários.

Como diagnosticar, tratar e prevenir

Os exames laboratoriais são a forma mais eficiente de diagnóstico, pois a maioria dos sintomas são semelhantes aos de outras doenças.

Lembrem-se que a Raiva Equina é uma doença altamente contagiosa, portanto não esqueça de usar materiais especiais de proteção individual, como luvas, macacão, óculos e máscaras.

A doença é incurável e não existe nenhum tratamento eficiente para a mesma, é por este motivo que a prevenção é muito importante. A melhor forma de salvar seus animais e mantê-los saudáveis, é a vacinação no tempo certo.

Outras atitudes que ajudam a prevenir estas e outras doenças são abservar o calendário de vacinas e estar sempre em dia, usar telas nas baias, cuidados com higienização, manter o chão sempre seco, entre outras alternativas.

É indispensável ter um médico veterinário cuidando e prestando assistência em sua propriedade, pois a leitura adequada dos resultados dos exames laboratoriais faz toda a diferença. Outra medida que deve ser tomada e não pode ser esquecida é comunicar o caso aos órgãos públicos para medidas de controle, sendo recomendado que o animal seja isolado ou o proprietário recorra à eutanásia.

Por: Vitória Junqueira

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